segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

= Desmascarando o Inimigo =

Esse foi o título escolhido para a série de estudos que estamos desenvolvendo na Comunidade Evangélica kerigma durante os meses de dezembro e janeiro.
Em tempos tão confusos precisamos entender e aprender sobre as estratégias das falsas religiões e fundamentarmos nossas argumentações para não permitir o progresso dos "inimigos da Cruz".
Serão estudos direcionados para mostrar em que acreditam as heresias modernas e como a Bíblia se comporta em relação a tais pensamentos.
Trabalharemos temas como por exemplo: O Mormonismo atual e o Cristianismo; Alan Kardec versus Cristo; Os Ensinamentos do Catolicismo Romano, Os Testemunhas de Jeová e os Filhos de Deus, entre outros.

Participe!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

- A Lei da Homofobia, o Mackenzie e Barbara Gancia -

Também estou acompanhando a repercussão do manifesto da Barbara Gancia na Folha de São Paulo e também a proporção que tal fato têm alcançado no blog do Marcelo Tas (http://blogdotas.terra.com.br/2010/11/19/nao-a-homofobia/#comments) e assim como mtos não consegui publicar a minha opinião sobre o assunto. Então aqui vai o texto da autora e logo após minhas considerações:

O SAMBA DO NICODEMUS

Barbara Gancia

Folha de S. Paulo, 19/11/2010


DIGAMOS QUE VOCÊ goste mais de azul que de cor de laranja. Ou que, dentre todas as verduras, nutra uma predileção especial pelo brócolis. Ou, ainda, que simpatize mais com o poodle do que com o weimaraner. Agora digamos que alguém decida isolar este tipo de característica e usar apenas essa única informação para defini-lo como ser humano.

De repente, em vez de ser, quem sabe, loiro ou moreno, carioca ou paulista, “baby boomer” ou membro da “Geração X”, extrovertido ou travado, torcedor do Bangu ou do Santos, colecionador de selos ou de fracassos sentimentais, enfim, em vez de ser tantas coisas ao mesmo tempo na sua infinita complexidade, imagine se você fosse apenas alguém que gosta de brócolis? ”Lá vai fulano”, diriam. “Ouvi dizer que gosta de brócolis”. Não seria um reducionismo perverso? Sujeito é um virtuoso do cello, o outro está trabalhando para desvendar o genoma humano e o pessoal interessado num único atributo: “O que será que ele faz com o brócolis entre quatro paredes?”

Ao longo da semana, a Universidade Mackenzie retirou de seu site, sob protestos, um manifesto contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Assinado pelo reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, o texto diz coisas assim: “As Escrituras Sagradas ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos (…) A Igreja Presbiteriana do Brasil manifesta-se contra a aprovação da chamada lei da homofobia por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna. E por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem sobre o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.”


Será que pregar contra aqueles que gostam de brócolis é simples exercício da liberdade de expressão? E nascer gostando de brócolis seria “opção leguminosa?” O reverendo Nicodemus quer que a Igreja mantenha intacto o direito de criticar a homossexualidade. Entendo o ponto de vista, afinal, a condenação a uma minoria ajuda a manter o rebanho forte e unido. Mas, dá para fazer melhor. Olha só a ideia genial que eu acabo de ter: já que os gays cansaram de apanhar, deram para se organizar e conquistaram inclusive o poder de pressionar para ver criadas leis que os protejam na marra, sugiro que se passe a discriminar um novo grupo.

Alô, reverendo Nicodemus! Os judeus a gente descarta de cara. Crucificação e Hitler ainda estão muito frescos na memória, não é mesmo? Que tal partir para uma coisa mais dissimulada, que o povo encontre em todo lugar, mas que seja uma minoria mesmo assim? E como brócolis também é manjado e muita gente gosta, pensei nas pessoas que apreciam as alcaparras. Veja se o discurso encaixa: “A alcaparra em si é uma criação divina, mas desejar a alcaparra é ceder à tentação, é usar o corpo para propósitos outros do que aqueles que o Senhor entendeu para nós”. Não dá o maior samba, Nicodemus?



"Senhores e senhoras, após ler todos os comentários relevantes sobre esse texto e perceber a profundidade e a relevância q o assunto em questão tem tomado gostaria de fazer algumas ressalvas acerca das implicações nas entrelinhas por mim detectadas:
1. Ao tratar de tal assunto a autora do texto não se aprofunda com a seriedade e reverência necessária para as Escrituras. Não parte para Ela com o olhar de submissão e respeito e para entender que da mesma forma q Jesus condenou a prática do adultério da mulher adultera e em nenhum momento a condenou, a igreja e todos os seus pressupostos e axiomas não condena o homossexual, ao contrário, o ama, mas condena sim a prática comportamental da homossexualidade por entender que ela não é o ideal divino descrito para os seres humanos.

2. Lendo alguns comentários (diga-se de passagem discriminatórios) de alguns que defendem a opnião homossexual sobre a aversão dos heterossexuais e todo o sentimento de perseguição em que vivem automaticamente reflito sobre a questão de estarmos fragilizando ainda mais nossas leis repartindo entre grupos de minorias e não pensando no coletivismo das leis. Se continuarmos assim teremos grupos e leis especificas para todos os segmentos que se acham perseguidos e mais problemas futuros advindos dessa atitude. Hoje luta-se a favor ou contra a Lei da homofobia e quando for pauta da mídia o preconceito geográfico, monetário, comportamental, religioso, etc. Qual será a régua que servirá para medir e qual bússola servirá para direcionar?

3. É inadmissível que a discussão de uma lei nacional seja discutida por suposições e comparações baratas e diga-se confusas e mal elaboradas. Acho que textos assim como o da autora que não aceitam o direito cristão de "protestar" e exercer seu papel real afastam ainda mais todos os segmentos religiosos de uma fé que aponte para um mesmo norte. Ouvir opniões contrárias, aceitá-las e conviver com elas faz parte da natureza da sociedade, ou do contrário, estamos apenas alimentando o monstro do proconceito cada dia mais

4. por fim, sou cristão protestante, reformado, conservador, e sou discriminado e rotulado por isso. As vezes me sinto ofendido e insultado, mas para cada escolha que fazemos há consequências a fatos agregados. Como devo me portar frente a isso? Acredito que acima de questões tão sérias como essas apontadas aqui somos levados a um exercicio de nossa coerência e entender que o Mackenzie e seus professores e alunos são uma instituição guiada por um principio, o principio bíblico e que ele devem ter o direito de se expressar desde que baseados no que acreditam sem desrepeitar as opniões alheias.
Fica aí minha contribuição."

terça-feira, 16 de novembro de 2010

:: Um Manifesto Reformado ::

Fica aí uma indicação de leitura em tempos tão confusos e onde a igreja e seus cristãos não tem sido mais identificados como um norte seguro para o mundo sem direção.

Dá pra ler bem rapidinho. A leitura flui com bastante tranquilidade e os textos são altamente contemporâneos e desafiadores, com uma pitada de reflexão para mentes que vencem a preguiça de pensar.
http://www.bibliologia.com.br/img/p/104172-3783-large.jpg

domingo, 14 de novembro de 2010

Você acredita em destino?

acredito que nada foge da soberana mão de Deus e que de acordo com sua soberana vontade Ele rege este mundo com imensa precisão e clareza. Creio que todos os meus dias estão escritos e são dirigidos por esse Deus sobrerano cuja onisciência o torna ainda mais belo e me deixa ainda mais confortável pois, assim como diz em Romanos: todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.

Obrigado por perguntar.

Ask me anything

:: O Culto Cristão: A pérola preciosa do Crente

Este foi o esboço da pregação que realizei neste domingo na igreja a qual pertenço. Espero que edifique a todos que lerem.

O culto cristão: A pérola preciosa do Crente

(Ilustração: Chega um determinado dia e as pessoas e tem uma expectitava especial sobre aquele momento, se arrumam com roupas belas e caras, se produzem com maquiagens e cabelos bem arrumados, elas saem cedo para chegar a tempo para ocupar os melhores lugares. Seus corações estão cheios de expectativa e seus olhares refletem o que elas esperam encontrar naquele lugar. Há um clima de alegria, amizade e de compartilhamento de coisas. A hora chega e as pessoas tomam os seus lugares, atentas e concentradas naquilo que está sendo dito e apresentado lá na frente. Vez ou outras elas são tomadas em emoção pelo q está acontecendo e aplaudem, vibram e bradam. Elas estão vivendo aquilo ali com profunda intensidade. E quando aquilo termina elas saem com a sensação de que aquilo foi realmente especial e que vai valer a pena estar ali na próxima ocasião.)

- Os três pilares da vida cristã: Oração, Estudo da Palavra e Adoração.

- A preocupação dos apóstolos com a igreja para que o culto a Deus fosse perfeito

- A problemática de Coríntios e a preocupação Paulina.

Ao desafios da igreja durante sua história para manter um culto a Deus com excelência.

Textos bíblicos – Is. 6: 1- 8 e Ap. 11:16-19

Introd:

- Afinal o que o Culto a Deus?

Culto é o reconhecimento da grandeza do Deus da aliança e de sua obras. O culto é também o oferecimento de ofertas de louvor, sacrifício e adoração ao Deus soberano. O Culto é a expressão de amor e gratidão a Deus e não visa agradar a nossos caprichos ou interesses pessoais, ele é Teocêntrico. Visa agradar, glorificar, honrar e enaltecer a Deus e como conseqüência edificar a igreja e transformar pecadores.

Cultuar é prostar-se humildemente, é contemplar a beleza da santidade, é louvar e adorar em espírito e em verdade. Envolve gratidão, louvor, adoração, intercessão, confissão de pecados e arrependimento

O culto é o encontro solene dos fiéis adoradores com o Deus Santo e Eterno. Desse encontro nasce a adoração. Deus é adorado porque Ele é bom, amor, bondade, misericórdia, santo, justo e verdadeiro. É o lugar de falar menos e ouvir mais Deus falar. É o momento sublime onde a presença de Deus enche toda a casa e transborda em nossas vidas. (Ex. 40: 34-35).

- O que o Culto não é?

O culto não é e não pode ser antropocêntrico, não pode ser direcionado para outro ser senão o que é eterno e imutável. Não pode ser lugar para adoração à criatura, e sim para o Criador. O homem não é o centro do culto. Não é o lugar para mexer com nossas emoções pessoais e satisfazer as nossas vontades terrenas. Não é lugar para shows, brincadeiras vãs, conversas paralelas e irreverências tanto no vestir quanto no falar e agir. (At. 17: 24 – 25; Cl. 2: 18; Ap. 19:10; Rm. 1:25).

E com base no texto de Isaías temos uma demonstração do verdadeiro culto a Deus, visto em três perspectivas que são essenciais à fé cristã.

Primeira perspectiva: A visão de Deus (v. 1-4)

- O profeta viu a adoração do céu, igual o texto de apocalipse. Ele vê o trono e vê que o Senhor é o controle e o centro. Ele é adorado e glorificado.

Ele percebe a glória de Deus enchendo o templo e a terra e os serafins o adorando sem cessar.

A visão de Deus é tão sublime e maravilhosa que o profeta sente algo forte, diferente e estranho na presença de Deus. Ele percebe o culto a Deus no céu não cessa e que já está acontecendo e ele é convocado para participar desse momento.

- A percepção da presença de Deus em nossos cultos é importantíssima e deve ser para atrair a presença de Deus até nós que o nosso culto deve existir. Deus olha o nosso coração, agrada-se de nós e só então, aceita-nos na sua presença e de nossa oferta em seu altar. Foi assim com Caim e Abel (Gn 4).

- Um culto onde não contemplamos o trono de Deus e lhe rendemos glória e louvor não é um culto a Deus. Cada ato, gesto, canção e palavra deve refletir ao que é dito pelos anciãos e serafins: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos, toda terra está cheia da sua glória.

Segunda perspectiva: A visão de si próprio (v. 5)

- A se deparar com a grandeza de Deus, o profeta agora olha para si e para sua condição de miserável e sujo diante de Deus. Ao entrarmos na presença santa de Deus somos confrontados com nosso pecado e de quem realmente somos perante o glorioso Deus. Não há outra alternativa a não ser clamar “ái de mim. Estou perdido. Sou um homem de impuros lábios e meus olhos viram ao Senhor.”

Esse é o momento de confissão de pecados, contrição e arrependimento no culto a Deus.

- Durante o culto, Deus manifesta sua presença e o homem responde com confissão de pecados. Não há como permanecer na presença de Deus com vestes sujas.

Terceira perspectiva: A visão do povo (v.6-8)

- Após confessar e reconhecer seus pecados e seu estado miserável. Deus responde ao profeta com a purificação e a transformação do seu ser.

- Ao confessar vem o ato de Deus: tocar com a brasa viva do altar , remover nossos pecados e queimar a iniqüidade. O pecador é declarado puro e justo. Sua culpa foi removida e por isso há um clima de louvor.

O ponto máximo do culto é quando Deus fala. Agora que está justificado o pecador está pronto para ouvir a Palavra de Deus.

- No texto observamos que a Palavra de Deus é de cunho missionário. Demonstrando a preocupação do Pai em alcançar os seus filhos que estão perdidos. A essência da Palavra de Deus é missionária, por isso sua igreja deve ser missionária, o culto deve ser missionário, nós devemos ser missionários.

- O profeta automaticamente responde à Palavra de Deus aceitando o desafio. Não há como ficar calado quando Deus fala. Não há como ser indiferente ao seu comando.

Isaias Coloca-se na brecha para propagar ao seu povo o que havia presenciado e para proclamar o que acabara de presenciar. Ele havia participado de um verdadeiro culto ao Senhor.

Aplicação:

- O culto a Deus é a expressão máxima de serviço e adoração que podemos dar a Deus.

- No culto a Deus o que prevalece não é a nossa vontade nem o nosso eu. O culto é para agradar a Deus e somente a Deus.

- Durante o culto devemos contemplar a grandeza e a majestade de Deus em seu trono.

- Devemos reconhecer nosso lugar quando estamos diante Dele.

- Devemos clamar por misericórdia e pedir perdão pelos nossos pecados e louvá-lo por seu perdão e graça.

- O culto que agrada a Deus gera em nós vontade de compartilhar com todos o que acabamos de viver. Levar os outros a conhecer e ouvir sua Palavra e juntos glorificarmos a esse Deus soberano.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

:: Eleições 2010 - Alguns apontamentos ::

Ontem o país passou pelo momento mais "democrático" do ano. Milhões de brasileiros foram às urnas para eleger seus "representantes". E, após o fim do espetáculo circense fica registrado aqui alguns apontamentos sobre esse episódio.

1- Num país onde o candidato Tiririca (pior do que tá não fica!) é o candidato mais bem votado em todo o pais, fica o questionamento sobre a seriedade dessas eleições, a visão do brasileiro sobre o trabalho dos deputados federais e sobre o congresso, fica também a observação de que política atualmente não se faz mais de propostas e sim, de piadas e falso protesto. Como diria Bóris Casoy: Isso é uma vergonha!

2 - Fica aqui minhas congratulações para a candidata Marina do PV. Mesmo sem o apoio da mídia e sem investimento em propraganda eleitoral massiva como os outros oponentes, apresentou propostas e conquistou literalmente cada um dos votos que obteve, a ponto de ser chamada por vários veículos da mídia de "A Rainha sem coroa". Infelizmente nosso povo não entende a profundidade de uma eleição. Mas fica aqui registrado que a "onda verde" incomodou e virá com muito mais intensidade nas próximas eleições.

3 - O site da globo mostra uma relação de pop stars que foram eleitos graças a seus carismas e fãs. Mais uma amostra sobre o critério que temos para eleger nossos representantes.

4 - Na minha cidade, um certo candidato alegou ter recebido um "sacerdócio político", um homem realmente conhecido e que tem feito um bem na comunidade que ele trabalha, mas infelizmente não foi eleito. O que me leva a perguntar: Se o próprio Deus o capacitou com tal ofício, o povo teve o poder de ir contra a vontade de Deus? Ou melhor, Deus dependia da decisão dos eleitores para realizar seu soberano querer? Ou, para tentar se promover, vale tudo, até usar o nome de Deus em vão? Ficam aí as perguntas.

5 - Ano vai e ano vem e a tal da lei seca nunca é respeitada, porque domingo de eleição é sempre uma boa ocasião para molhar o bico, depois de ter colocado no poder pessoas que certamente não se lembraram de nada que prometeram durante a campanha eleitoral.

6 - Por último e não menos importante, fica aqui meu descontentamento com o povo evangélico que mais uma vez não se uniu e muito menos se envolveu para buscar uma unidade de voto em alguem que apresentasse propostas para benefícios da comunidade, do estado e da nação. Mais uma vez esquecemos do nosso título de "Protestantes" e muitos de nós vendemos nossos votos e elegemos candidatos despreparados ou que certamente não se lembraram dos cristãos que os elegeram.

Oremos para que Deus tenha piedade de nós. E que essa data sirva de ensinamento para nós!

sábado, 4 de setembro de 2010

::Salmo 51 e um exemplo de espiritualidade::

- Tenho gasto um tempo estudando sobre uma espiritualidade cristã autêntica e impactante.
Um assunto relevante considerando que a mídia e o senso comum nos apresentam um conceito de espiritualidade que confronta os moldes bíblicos e que distancia o Deus soberano de homens e mulheres piedosos que querem um relacionamento mais próximo e íntimo.
Durante alguns posts farei a minha análise deste salmo, esmiuçando da maneira mais comprometida e bíblica possível para demonstrar em Davi o exemplo de uma espiritualidade que é referência para os cristãos atuais. Mesmo com tanto material bom no mercado, quero deixar as minhas impressões e anotações sobre esta oração.

Salmos 51

Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões.

Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado.

Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.

Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.

Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.

Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria.

Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.

Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste.

Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.

Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.

Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito.

Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário.

Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.

Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça.

Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores.

Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos.

Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.

Faze bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.

Então, te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; e sobre o teu altar se oferecerão novilhos

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

... Seja o amor sem acepção de pessoas ...

O engraçado é que eu tenho passado um bom tempo lendo as indicações e orientações de Paulo para o ministério pastoral....

Pastor é preso por ofensa racista a funcionária de empresa aérea no PA

Polícia diz que ele se enfureceu após ser cobrado por excesso de bagagem.
Se condenado, ele pode pegar até três anos de prisão.

DO G1, em São Paulo, com informações da TV Liberal


Um pastor evangélico foi preso em flagrante por injúria racial neste domingo (29) no aeroporto de Belém (PA). De acordo com a delegada Ana Guedes, da delegacia do aeroporto e responsável pelo atendimento do caso, o pastor foi preso e indiciado pelo crime.

Ele teria ofendido a funcionária de uma companhia aérea depois de tentar embarcar sem documentação e se negar a pagar uma cobrança por excesso de bagagem.

“Primeiro ele estava sem a identidade e quis embarcar com o certificado militar, o que é proibido. Depois que contornaram esse problema, a funcionária o cobrou porque ele tinha excesso de bagagem, ele se enfureceu e a ofendeu”, afirmou Ana ao G1.

A funcionária relatou ao caso aos próprios policiais federais que trabalham no aeroporto, que encaminharam o caso à Polícia Civil. “Ele foi indiciado, já transferido a outro presídio e se encontra à disposição da Justiça”, afirmou.

Se for condenado pelo crime, o pastor pode ficar até três anos na cadeia.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Notícia que me lembrou das histórias do "contrabandista de Deus". Talvez seja uma versão moderna.

Guia turístico brasileiro é detido no Egito

Ele é acusado de promover atividades religiosas, o que é proibido no país.
Policiais encontraram bíblias e folhetos evangélicos no carro do brasileiro.

Do G1, em São Paulo


Um guia turístico brasileiro está detido no Cairo, capital do Egito, sob a acusação de promover atividades religiosas, o que é proibido pelas leis locais.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, o homem, que vive no Egito, foi detido com outras duas brasileiras, que já foram liberadas.

A namorada do brasileiro, que vive no Maranhão, disse ao Jornal Hoje que ele ia visitar as pirâmides e foi detido por policiais que encontraram as bíblias e folhetos evangélicos no carro em que ele viajava.

De acordo com o Itamaraty, a embaixada do Brasil no Egito está tomando providências para que o brasileiro seja liberado.

P.O.D. - If you could see me now




If You Could See Me Now
P.O.D.

My soul is alive, and so are you
Helps when trying to pass the time, it ain't easy without you
As long as I can try, I'll make it through
But it might take awhile, believe me if you only knew

If you, If you, Could see Me Now
If you, If you, Could see Me Now
If only you, If you, Could see Me Now

And is this what you want for me to feel?
Or am I going out of my mind? What Is real?
Stay by my side, so I can live
And I will be alright, don't leave me

If you, If you, Could see Me Now
If you, If you, Could see Me Now
If you, If you, Could see Me Now
If only you, If you, Could see Me Now
(Then you'd understand who I really am)
If only you, If you, Could see Me Now
(You never questioned me, if you could only see)

And is this what you want for me to feel?
And Is this what you want?
Is this what you want?
Is this what you need?
Is this what you want?
Is this what you need?

If you, If you, Could see Me Now (If I could see you!)
If you, If you, Could see Me Now (If I could see you!)
If only you, If you, Could see Me Now (If I could see you!)
(Then you'd understand who I really am)
If you, If you, Could see Me Now (If I could see you!)
(You never questioned me, if you could only see)

Confiram!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


"Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."

quarta-feira, 21 de julho de 2010

:: A igreja é definida pelo seu Senhor ::

Trecho do livro O Pastor do Século 21, de David Fisher, Ed. Vida.


Vale a pena conferir, é uma boa literatura para vocacionados e cristãos preocupados com o futuro da igreja.

[...O pensamento eclésiológico sadio começa com a idéia cristológica. Parece óbvio, mas é um ponto que os evangélicos modernos parecem esquecer. A igreja com suas profundas raízes na doutrina de Cristo é teologia cristã fundamental. Há um século, P.T. Forsyth, um teólogo congregacionalista, lamentou a perda do poder na igreja de seu tempo. Era, ele dizia, o resultado da perda do poder e da presença de Cristo em sua denominãção. A igreja, dizia ele, deve ter um Senhor bastante grande, para se opor aos poderes demoníacos desencadeados pelo século XX. Ele afirmou que quando a eclesiologia é separada da cristologia, fica separada do poder de Cristo, e a Igreja inevitavelmente torna-se um pouco mais que um clube social, uma mera sociedade religiosa.] (p. 101)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

:: Would You Die for Me? ::

Would Die for Me - Bride - Snakes in the playground (1992 - Star Song Communications)

When you lay it down for the money or life
Will you come to me?
When you die for the money or life
How long will it be?
When your hung on a cross beside the savior of life
Don't you confort me
What's more important your money or life?
Would you die for me?
Would you die for me honey?
Would you?
Would you cry for me honey?
Are you in love with Jesus Christ?
Would you die for me?
If you see me and my bones consumed
Will you feed me?
If i were to stand on the edge of my mind
Would you give your wings to me?
Would you still wear the thorns if I denied you thrice?
Would you love me?
If you see me wounded lost roadside boy
Would you carry me?
If i were a preacher man bound for glory
Would you follow me?
If i became captain hi-top ego star?
Would you worship me?
If I fall like the apple from a tree
Would you shine on me?
If I was standing on the edge of my mind
Would you give your wings to me
When your hung on the cross by the savior of life
Blessed that you can be
Would you die for me honey?
Would you die for me honey?
Would you die for me honey?

Quem está na caminhada cristã desde os anos 90 claramente lembrará do grande sucesso que era tocado e cantado entre os jovens "roqueiros" cristãos da época. Confesso que essa é uma época que lembro com nostalgia e saudosismo, devido a grandes acontecimentos, sonhos idealizados, escolhas feitas que me tornaram quem sou atualmente.

Lembro muito bem da época em que mesmo confrontando todo o conservadorismo de um grupo evagélico, nós, então adolescentes e jovens, gostavamos de expressar nossa opinião de contra-cultura nas canções, nas roupas e no estilo de viver em Deus. Em uma época onde alguns dos grandes ídolos da fé estavam sendo expostos por seus pecados e defeitos, nós buscavamos não nos contaminarmos com o mundo tentador ao nosso redor, criando uma fulga através de cantores e bandas góspeis que traziam uma alternativa para aqueles que não queriam pecar mas que não se encaixavam nos moldes tradicionais da fé.

Pois bem, aproveitando meu momento anos 90, gostaria de indagar algumas questões que podem ser claramente respondidas após um momento de clara e transparente reflexão pessoal e que gerará resultados desde que essa reflexão torne-se prática de vida em nós.

Lembro com saudades da época em que nossas igrejas cantavam em seus momentos de adoração e louvor músicas com conteúdo bíblico, de letra marcante, apontando ao pecador uma resposta pra sua situação espiritual, músicas que exaltavam o sacrificio vicário e o Senhor da História, músicas que eram salmos numa roupagem contemporânea que nos davam refrigério na alma.

Quem não lembra de Asafe Borba, koinonia, João Alexandre... época áurea da música evangélica. Para onde foi o nosso respeito e contemplação à cruz? Onde foi parar a nossa admiração ao Senhor criador de todas as coisas? Onde foi parar o nosso sentimento de miserabilidade perante o Santo de Israel? e mais. Onde foi que nós evangélicos perdemos o gosto musical refinado, com letras que nos levavam à humilhação e aos pés de Cristo, melodias trabalhadas, não repetitivas e simplistas? Por quais portas entraram as letras antropocentricas e egoístas, triunfalistas e heréticas? E por quais portas saíram a beleza da adoração e a contrição cantada nas músicas noventistas?

Com mais de dez anos que passaram reflito também sobre nossos ícones góspeis dos anos 90. Onde estão os joelhos que diziam não se dobrar? Estarão eles nas cavernas com medo de Jezabel? Ou será se encontro na canção de Cazuza a resposta para tal pergunta? "... meus heróis morreram de overdose..meus inimigos estão no poder." Será se o próprio pseudo-puritanismo que muitos tem vivido em seus ministérios não foram os responsáveis pelo atrofiamento de vários desses "ministério" que geravam uma consciência de inconformação com a situação da igreja, da religião, da sociedade da época? Ou será que tais grupos encaravam aquilo como o espírito da época e hoje estão cantando os mantras góspeis para garantirem seus salários no fim do mês? Ou se venderam a Mamom?

Só penso que nossa geração deve servir em seu tempo, gerando frutos e caminhos para as próximas gerações, direcionando e lutando para que a igreja evangélica não perca totalmente e de fato o seu norte e nem sua real intenção de existir. Mesmo que para isso haja a necessidade de uma reciclagem em muito do que nos é oferecido pela mídia que se diz gospel e nos púlpitos de igrejas que nem sabem mais a que senhor servem.
É necessário mais que nunca reflexão antes de aceitação, convicção em vez de empolgação e sempre, oração.
Acima de tudo oração.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O Gólgota de Dunga

A poucos dias do fim desta edição da copa do mundo e ainda sentindo o gosto amargo de uma saída precoce da nossa amada seleção penta campeã da disputa de mais um “caneco”, penso um pouco sobre toda a carga emocional, sentimental, profissional que recaiu sobre os jogadores e sobre o nosso ex-técnico Dunga.

De herói a vilão, o nosso ex-técnico teve uma trajetória brilhante, instantânea e instável na nossa seleção e, como reflexo de sua caminhada, bastou o Brasil ser desclassificado da copa para que problemas surgissem e emergissem dentro do grupo, sua cabeça fosse caçada e sua imagem “tirada para Cristo”. Fato esse que ganhou a atenção de milhões de torcedores.

Desde que assumiu a liderança da equipe o nosso eterno zagueiro demonstrou-se um homem de personalidade forte, concentrado e decidido, mas também inflexível e muitas vezes cabeça dura. Basta analisar a composição da equipe formada para os jogos da copa. Uma equipe jovem, inexperiente em campeonatos à altura do que estavam participando, instáveis emocionalmente por carregarem uma “armadura” verde-amarela que por vezes parecia pesar em seus corpos. Não podemos negar que na “era Dunga” todos ficamos surpresos com a metodologia adotada por ele, principalmente no aspecto amar a camisa da seleção e amar a pátria, mas esse fato nos custou colocar em campo representando uma nação estrelas apaixonadas mas sem técnica de grupo, sem estratégia de jogo e sem coletivismo. E em mais uma edição adiamos o sonho do Hexa. Acabou-se o sonho, acabaram-se as festas verde-amarelas nas ruas, acabaram os feriados por causa dos jogos e acabou-se também a imagem de Dunga na seleção.

O que pretendo mostrar aqui é como essa situação que é tão antiga e que por situações diversas demonstra uma realidade emocional e espiritual latente. A inconstância de opiniões.

Como Dunga, o próprio Jesus foi vítima de uma multidão sem um opinião formada e concreta. A mesma massa que comemorava a cada novo milagre, a cada nova cura, nova multiplicação de pães fora a mesma que perante Pôncio Pilatos clamou pela crucificação de Cristo e libertação de Barrabás. Aqueles mesmos que sentados aos pés do Mestre ouviram o Sermão da Montanha e que faziam tumulto apenas para tocar em suas vestes, ou mesmo se amontoavam em árvores, praças ou terraços das casas para ouvir as maravilhas das boas-novas ditas por Ele, agora incendiados pela fúria dos fariseus e romanos pediam a morte do Mestre. De herói nacional e libertador à maldito e criminoso foi um passo rápido e certeiro.

O que fico a refletir é que enquanto cristãos deveríamos ser referenciais de caráter e de postura (seja o seu sim, sim e o seu não, não Mt. 5:37, assim como sermos aqueles os quais a voz ecoa no deserto ditando direções e perspectivas, porque temos em nós uma mente nova e transformada. Mas dentro de nossos lares, nossas escolas, nossas igrejas, temos cada vez mais cristãos sem opiniões, convicção ou visão firme e fundamentada. Temos formado pseudo-protestantes sem uma causa definida e sem ter fundamento sólido e caráter transformado para assumir uma responsabilidade tamanha a qual é ser chamado de cristão.

O que se vê hoje são igrejas com rios muito largos de uma espiritualidade difusa sem sequer um metro de profundidade de conhecimento doutrinário.

O reflexo disso está estampado no atual quadro religioso brasileiro. Atualmente é difícil ver igrejas ou cristãos que podem ser definidos ou identificados pela sua cosmovisão, testemunho e identidade cristã. É tamanha a falta de um posicionamento firme e claro nas mais diversas situações que não se consegue mais sequer discernir se essa ou aquela igreja é protestante (nome já em desuso no meio cristão), se esse ou aquele irmão que passa com a bíblia debaixo do braço é evangélico, católico da renovação carismática ou espírita. Isso, devido ao sincretismo que tem tomado conta da nossa fé, da nossa liturgia, da nossa doutrina e da nossa vida em geral.

Para entender o que estou falando basta ligar sua TV durante as madrugadas e você verá a salada de frutas religiosa nos programas dos tele-evangelistas. É uma mistura de espiritismo de mesa branca, macumbaria, com pitadas de misticismo e evangelho romano. Ou então, reservar um domingo a tarde e visitar as muitas, e por que não dizer excessivas, igrejas que há em seu bairro para perceber que não há mais uma clareza sobre quem estão anunciando, a quem estão cultuando e além disso, como estão cultuando.

Infelizmente é nesse quadro decadente e sombrio que nós temos sido desafiados a sermos claros e firmes, transparentes e convictos e acima de tudo refletir nesse mundo o soberano caráter de Cristo. Da mesma forma como nossa postura e aprovação ao nosso ex-técnico foi testada em sua jornada rápida e instável e subitamente o fizemos vilão e bode expiatório para o fracasso da seleção Canarinho, também temos sido confrontados à demonstrar nossa convicta razão de ser e estar em Cristo, a razão da nossa fé (1Pe. 3:15), nossa clareza naquilo que cremos e também mostrar a esse mundo vazio de posturas sólidas e firmes que o verdadeiro Evangelho passa pela via da certeza em quem temos crido e também nas certezas de quem somos, a quem servimos e a quem pregamos.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

- Os Lobos se Fantasiando de Ovelhas -

Essa noticia é manchete aqui na cidade...

Nem sei o que comentar!!

Pastor abusou de meninas para atender ao pedido de ''anjo'', diz delegada


Em depoimento à polícia, pastor disse que garotas serão mães dos "salvadores do mundo".

Paulo de Tarso Jr./Imirante
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SÃO LUÍS – O “anúncio” de que o Espírito Santo precisaria de cinco mulheres para dar a luz a seus filhos foi o que motivou o pastor José Pedro Santos, de 60 anos, a abusar sexualmente de pelo menos cinco garotas na cidade de Pinheiro. Das cinco vítimas do pastor, que são todas menores de idade, duas estão grávidas. A menina de 14 anos estaria no quarto mês de gestação, enquanto a de 15 anos estaria no oitavo.

No entanto, em depoimento à polícia após ser preso, o pastor negou que tenha abusado das meninas. Segundo ele, as duas garotas que estão grávidas receberam um verdadeiro “milagre”.

Em entrevista à Rádio Mirante AM, a delegada da regional de Pinheiro, Laura Amélia Barbosa, explicou como funcionava este “milagre”. Segundo a delegada, o pastor dizia que, certo dia, um anjo apareceu diante de seus olhos e o comunicou que o Espírito Santo estava em busca de mulheres para conceber os "salvadores do mundo".

E a história do pastor vai mais além. Após crescerem, estas cinco crianças se uniriam para destruir o “mundo dos pecadores” e construir um “novo mundo”. Tanto que, durante seu depoimento à polícia, José Pedro Santos garantiu que as meninas continuam virgens apesar de estarem grávidas.

- Ele disse que foi um anjo que apareceu para ele e anunciou que cinco meninas iriam engravidar. E esse anjo mostrou uma coroa de fogo com o rosto das meninas dizendo que elas iriam engravidar do Espírito Santo. E então ele atribuiu isso a um milagre. Ele acredita que as meninas são virgens e que tudo é um milagre de Deus. E essas crianças quando nascerem vão destruir o mundo dos pecadores e construir um novo – disse a delegada.

A delegada Laura Amélia Barbosa revelou, ainda, que já começou a ouvir as duas meninas que estão grávidas. Segundo ela, as garotas estão conscientes de que os filhos que esperam são frutos do Espírito Santo. Mesmo assim, as meninas confirmam que mantiveram relação sexual com o pastor.

O pastor José Pedro Santos está na Delegacia Regional de Pinheiro. A delegada pediu prisão preventiva de 30 dias para ele.

domingo, 4 de julho de 2010

:: O que é precioso pra você??? ::

http://fotos.sapo.pt/FlcbTFcVZ516ENqsyLOp/

" Mas em nada tenho a minha vida como preciosa para mim,contando que complete a carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da Graça de Deus." - Atos 20:24




reflita!!!

sábado, 3 de julho de 2010

O Espiritual, a Espiritualidade e o Espírito


No atual momento em que vive a Igreja e por consequencia a fé cristã ,cabe a nós como baluartes de uma reforma pela preservação de uma doutrina que sirva de alicerce seguro e saudável para nossos contemporâneos e também para as gerações vindouras, identificarmos, avaliarmos e tratarmos uma grande questão que tem passado despercebida em nossos púlpitos: a espiritualidade contemporânea.

Nos últimos trinta ou quarenta anos temos presenciados movimentos inúmeros que se propõem a pregar, ensinar, capacitar e até mesmo iniciar um avivamento na igreja cristã. Avivamento esse que é tido como uma ferramenta para libertação de uma geração mais do que nunca entregue e desafiada com a "iguarias de faraó". (Dn. 3)

Só que com a inocência, ou porque não dizer, ingenuidade, de buscar-se uma transformação que começa dentro do coração humano (no ato da regeneração) e alcança proporções globais (como o caso do avivamento na inglaterra no séc. XIX) só por meios horizontais e antropocentricos, muitos movimentos tidos como "avivalistas" não rompem as barreiras da mediocridade.

O que temos observado é que vários grupos ou movimento renovados e "cheios do Espírito", que mesclam técnicas de avivamento na igreja com estudos e dinâmicas de grupos para chegarem à seus fins, têm formado um quadro alarmante e difícil para o cenário da fé.

De um lado cria-se um gueto evangélico dos ditos "espirituais". Grupo esse formado por muitos esteriotipados que alegam não mais pertecerem a este mundo decaído, (por isso são apolíticos e aversos a qualquer manifestação cultural); que usam de uma série de regras e leis morais, comportamentais e religiosas para basearem a sua crença, usam também do quesito fé e poder de Deus como um amuleto para suas responsabilidades e decisões; geralmente formado por cristãos com processo de conversão dramática, ou pessoas que tem um histórico emocional bastante assimétrico, tendem a usar de jargões próprios, linguajar específico, estranho e unânime e na maioria da vezes entendem a realidade espiritual e a figura de Deus como um dos filmes de George Lucas, onde bem e mal estão se degladiando pela conquista da Força, e Deus e o Diabo são arqui-inimigos e vivem nesse dualismo de poder.

Para esses irmãos , os 'Espirituais', o relacionamento com Deus, o poder que um crente tem, e sua posição espiritual na maioria das vezes é medido pela altura de sua oração, pela quantidade de versículos bíblicos que ele decorou e também pela quantidade de restrições e negações ele faz em nome de sua fé, e quando afortunados, pela quantidade de demônios ele conhece e quantos já expulsou.

De outro lado, temos aqueles que geralmente se opõem a esse grupo, por entenderem uma espiritualidade deturpada que lhes fora apresentada no novo contexto eclesiastico brasileiro. Esse grupo é composto em sua maioria de pessoas que se converteram em igrejas/empresas e que nunca entenderam os limites da fé cristã. Confundem espiritualidade com espiritismo e imaginam um céu com uma porta muito larga em sua entrada. São crentes sem fundamento teológico e doutrinário, crentes com uma vida de oração que não passa pela contemplação e nem pela devoção, mas que em suas bíblias, geralmente fashions e em versões duvidosas e simplistas, tem todos os textos com promessas financeiras e de bençãos grifadas e até decoradas. Crentes que não se sentem desconfortáveis em compactuar com o pecado, desde que ele não atrapalhe o ativismo cristão desenvolvido, e também não se sentem mal quando misturam a fé cristã com crença popular ou mesmo rituais satanicos e macumbaria, contanto que se cumpram os textos grifados em sua bíblias.

Essa é a espitualidade moderna, espiritualidade longe da peregrinação interior em busca de transformação de mente, mudança de atitude, de caminho. Espiritualidade que se mistura à universalidade de adoração desrespeitosa e sem compromisso com Deus, que é capaz de adorar no culto dominical mas levar mensagem triunfalista barata em suas mensagens. Essa é a espiritualidade que temos presenciado.

Mas ainda bem que há o Espírito...
a pessoa da trindade que convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Ele que é o agente sobrenatural na regeneração, batizando todos aqueles que são pertencentes do corpo de Cristo, e com tantas outras atribuições tão belamente definidas pelos teólogos compromissados com o Reino e na própria Escritura.

Este Espírito que tem se manifestado nos corações dos eleitos e feito com que o calor e o fervor da Palavra de Deus continue no coração da Santa Igreja, está pronto para alcançar os que são seus e transformar a nossa realidade espiritual.

Este Espirito é que, quando ouvido e respeitado, transformará crentes sem fundamento ou compromisso em cristãos autenticos, Ele converterá os corações maldosos e pecadores ao Senhor da Glória e demostrará o abismo que divide nosso Grande Eu Sou e Baal. Esse mesmo Espirito que consolará a Noiva e irá conduzi-la ao Noivo. Trará o verdadeiro avimamento que irá fazer com que o fogo arda continuamente sobre o altar e não se apague jamais. Daí então entenderemos que podemos sim ser Espirituais com uma Espiritualidade saudável guiada pelo Espírito de Deus.