sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

:: Time ::









Sempre ouvimos dizer q a vida tem um curso natural... nascemos, crescemos, amadurecemos e ... morremos!!

Uma pergunta pode surgir quando pensamos sobre esse conceito q tem assombrado meus pensamentos nos últimos dias: - O q é a vida??? Quando saberemos viver?? ou melhor, como viver??

Charles Colson, autor renomado na área cristã, publicou em um de seus livros (E agora, como viveremos?), alguns textos q me levam a refletir sobre a vida e mais profundamente sobre a maneira correta, sensata, equilibrada e "normal" de viver.

A Bíblia relata q temos o "direito" de viver somente uma vez e em outro texto, que a nossa vida é como nuvem q logo se dissipa... pensando bem e de uma forma bem racional, nossa vida é um reles momento de algo q significa mto na história do homem; o tempo.

Sessenta segundos, sessenta minutos, vinte e quatro horas... tudo isso mostra o quanto não temos o menor controle de nada na nossa vida, e àz vezes acredito q nem mesmo na nossa vida temos o controle...

"Há tempo pra todas as coisas abaixo do céu"... já dizia o sábio!

Quero deixar claro q o tempo passa... a nossa vida está a mercê do tempo.... e o que fazemos da nossa vida no tempo em que vivemos contará mto sobre nós...

Esse é o tempo de refletir, ver o q ficou pra trás... encarar o presente e pensar no futuro...

... tempo de viver...

domingo, 24 de fevereiro de 2008

- Attitudes -


- Há uma força operante... uma força q impulsiona e nos leva adiante...



Somos aquilo q acreditamos ser...



O tempo está chegando quando o homem não mais lançará a flecha do seu desejo para além de si mesmo e a corda do seu arco se esquecerá de como vibrar... O tempo está chegando quando o homem não mais dará à luz uma estrela. O tempo do mais desprezível dos homens.


“O tempo está chegando quando todas as águias se transformarão em galinhas”

A idéia desta estória não é minha. Meu é só o jeito de contar... Sobre uma águia que foi criada num galinheiro. E foi aprendendo sobre o jeito galináceo de ser, de pensar, de ciscar a terra, de comer milho, de dormir em poleiros...
E na medida que aprendia ia esquecendo as poucas lembranças que lhe restavam do passado. É sempre assim: todo aprendizado exige um esquecimento... e ela desaprendeu
Os cumes das montanhas
Os vôos nas nuvens
O frio das alturas
A vista se perdendo no horizonte
O delicioso sentimento de liberdade e dignidade...
Como não havia ninguém que lhes falasse destas coisas, e todas as galinhas cacarejassem os mesmos catecismos, ela acabou por acreditar que não passava de uma galinha com perturbação hormonal, tudo grande demais, aquele bico curvo, sinal certo de acromegalia, e desejava muito que seu cocô tivesse o mesmo cheiro certo do cocô das galinhas...
Um dia apareceu por lá, um homem que vivera nas montanhas e vira o vôo orgulhoso das águias.
“Que é que você está fazendo aqui?” perguntou.
“Este é meu lugar!”, respondeu. “Todo mundo sabe que galinhas vivem em galinheiros, comem milho, ciscam o chão, botam ovos e, finalmente, viram canja; nada se perde, utilidade total.”
“Mas você não é uma galinha, é uma águia”, disse o homem.
“De jeito nenhum. Águia voa alto. Eu nem se quer voar sei. Pra dizer a verdade, nem quero. A altura me dá vertigens. É mais seguro ir andando passo a passo...”
E não houve argumentos que mudasse a cabeça da águia esquecida. Até que o homem, não agüentando mais ver aquela coisa triste, uma águia transformada em galinha, agarrou a águia a força e a levou até o alto de uma montanha. A pobre águia começou a cacarejar de terror, mas o homem não teve compaixão: jogou-a no vazio do abismo. Foi então que o pavor, misturado a memórias que ainda moravam em seu corpo, fez as asas baterem, a princípio em pânico, mas pouco a pouco com tranqüila dignidade, até se abrirem confiantes, reconhecendo aquele espaço imenso que lhe fora roubado.
E ela, finalmente compreendeu que seu nome não era galinha, mas águia...
Esta estória foi escrita na África, um profeta dizendo aos seus companheiros:
“Vejam a que estado os brancos nos reduziram: águias que andam como galinhas... É preciso voar de novo...”
Mas eu senti que e ra muito mais que isto, porque comecei a ver galinhas espalhadas por todas as partes, e águias domesticadas e humilhadas, felizes por ciscar a terra e comer milho...
E me perguntei se não é isto que acontece nesta coisa que se chama lar, de chinelo, pijama ou bob na cabeça e os mesmos cacarejos milharescos, longe, muito longe do ar frio das alturas. E Igreja, galinheiro sagrado, em que os cacarejos se transformam em catecismos, as águias são condenadas ao silêncio e quem anda diferente é mandado para o inferno...
Também as escolas, que se especializam nesta curiosa metamorfose de transformar águias em galinhas para que não falte canja. E os pais se rejubilam quando a magia chega ao fim, e as águias solitárias (são sempre perigosas e invisíveis) recebem seus diplomas galináceos.
Agora são iguais como todos os demais: podem arranjar seus empregos, botar seus ovos, chocar seus filhos, até o glorioso momento de serem transformadas em canja...
E é esta coisa a que se dá o nome de Massficação, com a diferença que agora a gente vê aqueles rostos terríveis, galináceos, dos quais desapareceu qualquer vestígio de eternidade, e discutem sobre se devem ou não usar gravata em plenário e acham certo que se fabriquem armas (é bom negócio), ou mesmo onde construir o novo shopping center... e não percebem os sinais do furacão que se aproxima...

E as águias acabam por se convencer que o seu tempo já passou.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

:: Decisions ::

Uma única chance...

...um único caminho...

...vários atalhos???

Ou na verdade existem vários caminhos e somente escolhemos aquele que mais nos conveêm??
E o que seriam os atalhos??? - Possibilidades reais de tomar o controle das escolhas?? Ou a simples ilusão de trilhar a estrada de tijolos amarelos???
Da frieza dos cálculos e da razão temos a certeza de que para toda ação há sempre uma reação de igual valor... mas, e quando nem sabemos qual é a ação??? Poderemos um dia prever a reação antes mesmo de agir???
Talvez seja isso que chamem de maturidade, experiência, vivência... entender o reverso, o momento seguinte, aquele logo após o piscar de olhos....
Às vezes é necessário embaralhar as cartas que nos foram dadas...
Mas, se até mesmo isso for apenas uma falsa miragem pela qual achamos que somos donos de nosso Eu???
Da serenidade dos versos do Grande Eu Sou temos uma certeza: - Tudo coopera para o bem daqueles que o amam...
Deus é um jardineiro... um pintor...uma criança consciente de seu papel, mas que num perde a essência de ser criança....colorir, se alegrar, criar...
Se sou obra, como posso escolher?? Como posso decidir???
Se meus olhos não enxergam além do horizonte, como saberei o que há por trás das montanhas????
Nossas decisões são reflexos de quem nós somos...
Nossas escolhas são reflexos de quem queremos ser...
Nossa responsabilidade é a soma daquilo plantamos...
...No teu Livro, Jah, estão escritos todos os meus dias...
Já dizia o velho sábio: - Até mesmo um caminho com muitas pedras quando enfrentado, torna-se um caminho caminhado...

Decidir...

Escolher...

Perseverar...

Viver...